CADÊ O ADMINISTRADOR DO PARANOÁ? Desrespeito e abuso com os consumidores, pedestres, idosos e cadeirantes

Por: Kadu Marques

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Lojas de materiais de construções lidera numero de invasões nas calçadas

Em uma cidade sem o funcionamento e o cumprimento do dever por parte daqueles que tem a obrigação de manter a ordem e o bom funcionamento social a “invasão e a poluição visual” promovida por lojistas na “Avenida Paranoá” corre solta e sem fiscalização, é um absurdo, eles colocam cavaletes, grades, balcões, pneus, carros, motos, materiais de construções, araras e tudo que possa dificultar a passagem de pedestres e consumidores, ocupando os espaço nas calçadas que são área pública, semelhante aos camelôs e vendedores ambulantes que ficam em frente ás lojas em Taguatinga, Ceilândia e vários outros lugares no Distrito Federal.

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O uso irregular do espaço público prejudica a ação da policia no combate ao crime

No Paranoá se torna ainda pior, pois, os pedestres tem que dividir a calçada com obstáculos colocados e os carros que trafegam na avenida principal, correndo sérios riscos de sofrer um grave acidente, em ambos os lados da avenida os legistas ocupam as calçadas de forma irregular, um desrespeito as normas da Administração Regional. Questionados por este blog sobre a prática irregular, os gerentes das lojas deram as mais variadas explicações. A maioria informou que estava apenas “arrumando ou limpando” a loja e, por isso, colocou os produtos para fora apenas temporariamente.

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Casas de rações agropecuárias mau cheiro e poluição visual predomina na avenida Paranoá

Nildo França 35, gerente de uma loja, disse que a mercadoria estava na rua somente naquele horário porque tinha acabado de se mudar para o local e ainda estava arrumando. “Já estou colocando tudo para dentro, só estou organizando as coisas na loja”, disse. Já em outra loja na mesma avenida, a gerente que não quis se identificar, disse que estavam lavando a loja, por isso as araras estavam para fora. “Nossa mercadoria não fica fora, o rapaz lavou a loja e esqueceu-se de tirar da calçada”, explicou.

DESINFORMADOS

Desculpas à parte, o principal argumento dos lojistas entrevistados que mantinham produtos na calçada era a falta de informação. Muitos disseram não saber que a medida era proibida. Outros, como Mara Ferreira, 35 gerente de uma loja, alegaram que a medida é uma forma de atrair clientes. “O movimento está muito fraco. Mas meus manequins não ficam o dia todo nas calçadas, só pela manhã ou pela tarde, e não atrapalham ninguém nem fica feio” alegou.

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Lojistas usam as grades para separar uma loja da outra

Vale ressaltar que as lojas que mais comete este abuso são as lojas de materiais de construções seguidas das de departamentos roupas e utensílios do lar, casas de rações agropecuárias, oficinas de motos e borracharias e vários outros lojistas que de forma irresponsáveis, estão obstruindo o direito de ir e vir com segurança dos consumidores, pedestres, idosos e cadeirantes.

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Ao invés de somente criticar o Poder Público que nitidamente não faz a sua parte em diversas coisas que lhe é de responsabilidade, deveríamos nos inspirar e parafrasear o que disse um dia, o então presidente americano John Kennedy: “Não pergunte o que Paranoá pode fazer por você, mas o que você pode fazer pela nossa querida Paranoá”.

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