ABUTRES CARCARÁS DO TRANSPORTE PIRATA: Vantagens abusivas enquanto motoristas da empresa pioneira estavam de greve

Por: Kadu Marques

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Ônibus quebrado e em péssimas condições de uso

Moradores do Paranoá e Itapoã passaram uma manhã de cão neste Domingo(8) com a greve dos ônibus da pioneira, não restando outro meio de transporte usuários foram obrigados á correr riscos e pagar mais caro, com ônibus piratas que muito das vezes em péssimas condições de rodar e transportar passageiros, e sem fiscalização para coibir esta pratica ilegal motoristas despreparados fizeram a festa com preços abusivos e sem qualquer preocupação com quem estava transportando.

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Um ônibus vindo do paranoá sentido rodoviária que estava lotado e em condições precárias de rodar, quebrou chegando próximo a ponte JK, fazendo os passageiros caminharem mais de 1/5 Km para chegarem a um ponto de ônibus mais próximo na esperança que passasse outro ainda mais lotado. Homens, mulheres e crianças não importa o sofrimento é o mesmo para quem necessita do transporte público de má qualidade oferecido ao moradores do DF, pelo governo Rollemberg.

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Moradores de nove regiões do Distrito Federal passaram o final de semana sem saber que horas ou que dia tudo isso iria acabar. Depois de muitas tentativas a Secretaria de Mobilidade e o DFTrans conseguiram fechar um acordo provisório com a empresa pioneira e o Sindicato dos Rodoviários do DF.

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As dívidas acumuladas com as empresas são:

Piracicabana: R$4.391.406,23;
URBI: R$ 4.672.980,53;
Marechal: R$ 1.336.448,34;
São José: 2.721.967,82;
Pioneira: R$ 503.836,27 (excetua-se do valor a pagar a Operação Branca do BRT, pois O modelo de cobrança por quilometragem não tem respaldo legal. O governo está buscando mecanismos jurídicos para resolver a situação).

No final da tarde de ontem a empresa pioneiro entrou em acordo com o sindicato da categoria que retornaram ao trabalho provisoriamente, mas segundo representante da empresa se o GDF não saldar a divida ficará impossível manter o transporte funcionando normalmente. De acordo com a nota, a Pioneira recorreu diversas vezes a empréstimos bancários, venda de ativos e renegociou com os fornecedores. “Infelizmente, isso não é mais possível.” A associação diz ainda que a empresa “está à disposição do DFTrans para iniciar a cobrança conforme a cláusula do contrato de concessão”.

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