REDE SUSTENTABILIDADE: A um passo do naufrágio

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EX – Ministra Marina Silva

A REDE SUSTENTABILIDADE (REDE) é um projeto para a fundação de um partido político brasileiro, liderado pela ex-ministra e ex-senadora Marina Silva. O partido teve negado o registro para concorrer às eleições de 2014 pelo Tribunal Superior Eleitoral, que julgou que o partido não conseguiu provar a autenticidade de todas as 496 mil assinaturas necessárias para sua oficialização. O movimento político desejava recolher as assinaturas necessárias em pelo menos nove unidades federativas para que o TSE concedesse seu registro legal para poder participar das eleições em 2014 sob a nova sigla. Onde Marina Silva já tinha sido anunciada como possível candidata do partido à presidência da República em 2014.

Com a recusa do registro do partido REDE, Marina se filiou ao PSB em uma filiação programática, segundo consta, que o acordo para a filiação de Marina ao PSB seria por tempo limitado até o registro da sigla da ex.senadora, desagradando a opinião de membros fundadores e simpatizantes. Já em sua criação em 16 de Fevereiro de 2013, membros ligados a direção nacional e estadual em São Paulo, já enfrentavam problemas internos.

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A Rede nascia com a promessa da nova política, politicas publicas realmente voltadas a sociedade, proteção ao meio ambiente e em defesa da sustentabilidade, com critérios rigorosos e mirabolantes em seu estatuto, meses após a eleição presidencial, a ex-senadora Marina Silva, que chegou a liderar as pesquisas de intenção de voto, submergiu e viu o núcleo político de sua candidatura se esfacelar. Walter Feldman e Luiza Eundina, ambos que nunca foram a cara da REDE se afastaram da candidata e do esforço de criação de seu futuro partido, a Rede Sustentabilidade.

A crise instalada no núcleo político da REDE é antiga, pois uma das regras para se filiar a esta sigla é necessário além de ter ficha limpa, a pessoa não poderia ter sido candidato anteriormente, e acima de tudo ser a cara da REDE, e defender as diretrizes estatutárias, fato este que levou vários militantes a questionar e a não entender como, políticos conhecidos por praticar a velha politica passou a fazer parte desta agremiação apenas para pegar carona nas eleições de 2014. Causando estranheza a REDE SUSTENTABILIDADE alinhar-se a esta agenda reacionária, indo contra tudo o que pregou no passado, pelo menos antes da última campanha eleitoral, quando afundaram em contradições entre o discurso e a prática. Diante destas indagações membros responsáveis pela organização da Rede e vários outros militantes abandonaram o barco furado chamado REDE SUSTENTABILIDADE, vindo a idealizar a criação de outro partido que até o momento conhecido de “AVANTE”, os marineiros que não querem afundar com o barco acreditam que, ainda e possível governar dentro de um consenso progressivo e igualitário.  

Por: Kadu Marques

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