Novo partido defende mudanças para 2016

“O partido apresenta como seus principais eixos de luta a valorização social, moral, profissional e política da mulher bem como a integração da sociedade por meio de medidas econômicas, sociais e políticas”

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Se no passado as mulheres lutaram para conseguir votar, o que foi conquistado, no Brasil, em 1932, agora a luta é outra. Mulheres de várias partes do país agora batalham, com a ajuda de muitos homens, pela criação do Partido da Mulher Brasileira (PMB). Já foi protocolado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o pedido de registro do PMB. Se aprovado, este será o 33º partido do país. O ministro Luiz Fux é o relator do processo, no qual o PMB requer o registro de seu estatuto e de respectivo órgão de direção nacional. O partido já aparece nas listagens dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e agora aguarda o julgamento no TSE.

Na região, quem responde pelo PMB não é uma mulher, mas ele garante que isso não é problema. “Os homens que fazem parte do PMB sabem que a causa é nobre e estão lutando por bandeiras importantes ao lado das mulheres”, diz Luciano Freitas, que se apresenta como presidente do PMB em Campos e coordenador no interior do estado do Rio da comissão de legalização do novo partido. Segundo Luciano, a criação já está em sua fase final. “O partido já conta com 370 mil assinaturas e estamos perto das assinaturas necessárias para oficializar o nosso partido”, explica Luciano, lembrando que em Campos a legenda tem uma “postura independente”. “Não estamos ao lado do governo e acho difícil o partido ficar em 2016 com o atual grupo que está no poder”, comenta, ressaltando que no município de São João da Barra alguns políticos já estariam dispostos a embarcar no novo partido.

Uma das lutas do PMB é pelo aumento da participação feminina no ambiente político. “As Casas Legislativas ainda estão longe de atingir o nível da massa crítica de 30%, considerada necessária para que as mulheres possam efetivamente influenciar a política”, diz uma nota publicada no site do partido http://www.pmb.org.br

As discussões para fundação do partido começaram em 1997, com a participação de militantes — principalmente mulheres — em movimentos sociais e populares. Aos poucos, a adesão foi crescendo e atualmente a legenda já está consolidada em 13 estados. “O PMB não vai ser só mais um partido e nem uma ‘legenda de aluguel’. Não surgimos de um racha de outro partido. Temos nossa própria identidade e viemos para fazer a diferença. A mulher tem um olhar diferenciado em tudo que faz. E é com esse zelo que queremos chegar ao poder”, afirma Suêd Haidar, presidente nacional do PMB.

Por: Kadu Marques

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