COMEÇO: Deputados federais devem retornar ao trabalho neste Domingo 1º de Fevereiro

Por: Kadu Marques

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Tudo preparado para receber os novos e os velhos parlamentares

A posse dos candidatos eleitos para ocupar as 513 cadeiras da Câmara dos Deputados ocorre neste domingo, dia 1º de fevereiro. Às 10 horas, em sessão preparatória no Plenário Ulysses Guimarães. O deputado Miro Teixeira (Pros-RJ), o mais idoso entre os com maior número de mandatos, proclamará o nome dos eleitos e tomará deles o compromisso de “defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro e sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil”.

 A matemática dos parlamentares

Entre os que tomarão posse, 289 são deputados reeleitos, 26 já tiveram mandato em algum momento e 198 são novos deputados – que chegam à Câmara Federal pela primeira vez. A grande maioria dos eleitos é homem (462), possui ensino superior completo (410) e tem entre 51 e 60 anos (187). Há predomínio de brancos (80,1%), com 15,8% de pardos e apenas 4,1% de negros. As mulheres representam 10% da Casa – 51 deputadas. Após a cerimônia de posse, os deputados terão até as 13h30 para registrarem a formação de blocos parlamentares na Secretaria Geral da Mesa Diretora (SGM). Às 14h30, ocorre á primeira reunião de líderes para definir quais partidos ou blocos ocuparão, quais cargos na Mesa Diretora, que é composta pela Presidência da Câmara dos Deputados, duas vice-presidências, quatro secretarias e igual número de suplências. Todos têm mandato de dois anos.

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Neste Domingo os parlamentares votaram na escolha do presidente da casa

Candidatos à presidência

                          Até o momento, quatro parlamentares anunciaram oficialmente suas candidaturas à Presidência da Casa: Arlindo Chinaglia (PT-SP), com apoio do PT, do Pros, do PCdoB e de parte do PR e do PSD; Chico Alencar (Psol-RJ), candidato oficial pelo Psol; Eduardo Cunha (PMDB-RJ), apoiado por PMDB, PTB, Democratas, Solidariedade e PSC; e Júlio Delgado (PSB-MG), com apoio do PSB, do PSDB, do PV e do PPS. Os nomes para os demais cargos devem ser definidos na reunião de líderes de domingo. O prazo final para o registro das candidaturas na SGM se encerra às 17 horas, e a eleição da Mesa começa às 18 horas. A primeira apuração é para a Presidência; assim que o nome do eleito é conhecido, ele assume os trabalhos. A votação só começa quando pelo menos 257 parlamentares registrarem presença no Plenário. Para ser eleito no primeiro turno, o candidato deve receber a maioria absoluta dos votos, incluídos os votos brancos e excluídos os nulos.

Caso haja segundo turno, realiza-se novo processo de escolha. Nesse caso, não é necessária maioria qualificada. Quem obtiver a maior parte dos votos dos presentes vence. Em caso de empate, será eleito o candidato mais idoso, dentre os de maior número de legislaturas. Somente quando essa etapa é decidida, passa-se à apuração dos votos para os demais cargos da Mesa. Na última eleição, em 2013, foram usadas 19 urnas eletrônicas. Neste ano, entretanto, pelo fato de a eleição da Mesa ocorrer logo após a cerimônia de posse dos deputados, serão usadas apenas 14 urnas eletrônicas, devido a limitações de espaço.

Nova composição

Após a terceira alteração do resultado das eleições de 2014, conforme decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o PT continua com a maior bancada da Casa, mesmo tendo eleito 19 deputados a menos do que no pleito anterior. Serão 69 deputados em 2015 contra os 88 na legislatura passada. O segundo maior partido será o PMDB, que elegeu seis deputados a menos e terá 65 representantes; seguido do PSDB, com 54 parlamentares – dez a mais do que tinha. Dos três grandes partidos com mais de 50 deputados, apenas o PSDB cresceu. O número de partidos com representação na casa também aumentou, passando de 22 para 28. Seis partidos (PHS, PTN, PTC, PSDC, PRTB e PSL) que não tinham representação na Câmara passarão a ter neste ano.

Já os recém-criados PSD, Pros e SD tiveram as bancadas reduzidas após a eleição. O PSD, criado em 2011 pelo atual ministro das Cidades, Gilberto Kassab, teve a bancada reduzida de 45 para 37 deputados. O Pros, criado em 2013 e partido do atual ministro da Educação, Cid Gomes, perdeu 9 deputados e terá 11 na atual legislatura. O SD também perdeu representatividade ao eleger apenas 15 deputados, 7 a menos do que tinha. A abertura dos trabalhos legislativos ocorre no dia 2 de fevereiro, em sessão do Congresso Nacional, com leitura da mensagem presidencial pelo ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante.

O que esta acontecendo no governo Rollemberg, afinal quem é que manda?

Por: Kadu Marques

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Governador Rollemberg

Após ter nomeado o primeiro escalão técnico para assumirem o mandato em 1º de Janeiro, o governador Rodrigo Rollemberg(PSB) acreditou estar colocando o Distrito Federal no rumo certo, mas o inacreditável aconteceu, com as idas e vindas de decisões, nomeações e exonerações contraditórias as vontades de aliados, o mal estar se instalou no governo.

Ao que se nota é que Rodrigo Rollemberg não consegue tomar uma decisão sem que os seus humildes conselheiros “que não se sabe de lado estão”, o façam mudar de ideia desagradando a base aliada e desagradando à população. Os últimos atos do governador vêm mostrando certa instabilidade e credibilidade neste inicio de governo, a dança das cadeiras administrativas é um fato recente que mostra que o governo não sabe a quem agradar.

Fato esse que recentemente as administrações regionais já não sabem mais quem vai continuar sendo administrador, ora um deputado apadrinha uma administração ora já é outro, ora temos um secretário, ora já é outro, e a dança continua, nos levando a crer que às decisões do governador não têm agradado muito os aliados para agradar aqueles que não o acompanharam nesta caminhada.

No primeiro mês de mandato foi uma surpresa atrás da outra, aumento de impostos, promessas descumpridas, decisões e desagravos impensados, secretários mandando mais que o próprio governador, o que mais vem pela frente,

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O povo quer saber o que o senhor esta fazendo governador?

(diz) “João Neto Cunha o morador de Taguatinga há 35 anos, o governo passado foi um fiasco e sei que o ano ainda nem começou direito, mas será que o governador Rollemberg vai fracassar? o governo não vem conversando com a população e as lideranças e isso vem causando danos ao mandato. Eu desejo sorte á ele, mas se continuar assim a população vai se virar contra ele logo”.

Estou preparado para enfrentar as cobras que administram Valparaíso, afirma Dr. Marcus Vinicius

Por Fred Lima

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O vereador mais jovem do município de Valparaíso de Goiás, o advogado e mineiro Dr. Marcus Vinicius Mendes Ferreira (PTdoB-GO), 26 anos, sonha em ser prefeito da cidade em que passou a morar quando tinha apenas 1 ano e meio de idade. Casado e pai de uma filha que nasceu no município, Dr. Marcus Vinicius foi eleito vereador na primeira eleição que disputou à Câmara Municipal de Valparaíso de Goiás (CMVG), em 2012. Antes mesmo de assumir, o jovem vereador viu seu nome figurar no noticiário da grande mídia goiana e brasiliense, por causa de uma suposta compra de votos, onde a Justiça o absolveu de todas as acusações, algo que ele explica o episódio em detalhes durante a entrevista. Voz ativa na câmara, Dr. Marcus Vinicius apresentou vários projetos de lei, onde muitos foram vetados pela Casa. Segundo o vereador, o motivo seria apenas por ser um parlamentar de oposição a atual prefeita, Lucimar Nascimento (PT). No decorrer da entrevista, o vereador critica a atual gestão e se coloca como pré-candidato à Prefeitura de Valparaíso.

O que o fez entrar tão jovem para a vida pública?

Sempre estive envolvido em programas sociais. Atendi gratuitamente como advogado a população de Valparaíso, seja no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), no Conselho da Mulher, na região do Pacaembu. Por meio desse atendimento jurídico, passei a ser conhecido e acabou gerando um grupo que pediu a minha candidatura na eleição de 2012. Ressalto também que a então prefeita Lêda Borges (PSDB-GO) e seu marido, Francisco, consultaram a população para saber se eu deveria ser ou não candidato. Nunca tivemos vereadores jovens na cidade até então. Sabendo disso, resolvi colocar meu nome à disposição da população, exatamente para lutar em favor de políticas públicas voltadas ao jovem, ao idoso à mulher. A minha eleição abriu uma porta muito grande na cidade. Hoje vejo vários jovens me procurando para saber sobre os procedimentos de se candidatarem em 2016. Teremos no município um grande ingresso de candidatos jovens na próxima eleição.

Quais são os seus principais projetos apresentados na câmara?

Sou o vereador que mais apresentou projetos de lei em parceria com o vereador Pábio Mossoró. Apresentamos todos os projetos em conjunto. Tenho projetos importantes, como o conselho de Transparência e Combate à Corrupção, a criação do Conselho para Suporte aos Usuários de Crack e outras Drogas, projeto que cria a Disciplina de Cidadania e Inclusão nas Escolas, o Nota Legal Municipal, que abateria o IPTU, fomentando o comércio. Outra proposição importante de minha autoria foi o da Ficha Limpa Municipal, em conjunto com outros vereadores. Destaco ainda o projeto para a Proibição de Venda de Bebidas Alcoólicas para Menores de 18 anos, onde toda a venda de bebida alcoólica seja registrada mediante documento de identidade. Apresentei mais de 80 projetos de lei na câmara. No entanto, por ser um vereador de oposição, há uma grande dificuldade para que meus projetos sejam aprovados. Por exemplo: a criação da Bolsa Estudantil é a proposição que considero mais importante. O projeto prevê que a família que recebe menos de um salário mínimo tenha a ajuda do governo de R$ 200,00, para algum membro da família poder cursar uma faculdade. Este projeto foi vetado pela câmara, um veto de caráter político. Reunimos todas as condições para termos este programa no município, já que ele existe em Luziânia, na Cidade Ocidental e está sendo implantado no Novo Gama. E, por último, outro projeto que apresentei e foi vetado pela prefeita, onde a câmara acabou aceitando o veto, apesar de tê-lo aprovado anteriormente, foi o do Tratamento do Câncer de Próstata, de Mama ou do Colo do Útero para o servidor público, que teria um dia de abono. Tal direito já é garantido aos servidores do GDF e do Estado de Goiás, menos aos servidores municipais, apenas por uma questão política.

É difícil ser oposição no atual cenário político?

Tenho o prazer de liderar a voz da oposição aqui na câmara. Cabem a nós, vereadores de oposição, defender o direito dos cidadãos. A dificuldade em ser oposição é muito grande em virtude do número de vereadores. Somos apenas três vereadores de oposição em comparação com dez vereadores da base de apoio da atual prefeita. Esse número desigual faz parte do processo democrático. O problema está na nossa dificuldade em fiscalizar os atos do Executivo municipal. Quero dar um exemplo do que aconteceu recentemente. Valparaíso enfrenta um grave problema na questão estrutural dos colégios. Fizemos uma visita para checarmos a situação. Em alguns colégios fomos até impedidos de entrar. Na sala de merenda era impossível entrar, exatamente por sabermos que já existiam denúncias nesse sentido. Em virtude disso, os diretores impediram a nossa entrada na sala de merendas. A prefeita precisa entender que a câmara não é o quintal da prefeitura. O conceito que ela tem de visão de poderes é um pouco deturpado. Fazemos uma oposição responsável. Não queremos denunciar por denunciar. Nosso objetivo é denunciar para corrigir o que está errado. Em dois anos de mandato, a prefeita ainda não propiciou meios para que tivéssemos uma conversa democrática.

Um dos problemas que afeta os cidadãos valparaisenses é a saúde. De quem é a culpa?

Nunca tivemos no município um momento tão crítico como agora. A culpa está na administração da prefeita. Os repasses estão sendo feitos à cidade. Como administradora, Lucimar não pode transferir a responsabilidade maior da saúde para o governo do estado ou o Governo Federal. Enxergo como um problema de gestão. Quando falta uma geladeira em um posto de saúde, a culpa é do governo estadual ou federal? De forma alguma. O gestor tem que assumir o ônus. A prefeita Lucimar herdou uma saúde em ascensão da gestão passada. Os médicos da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), por exemplo, abandonaram o local de trabalho porque não recebiam seus salários. Como gestor, jamais colocaria o Walter Mattos na Secretaria de Saúde. Para assumir um cargo dessa envergadura, é necessário ter total conhecimento da área, o que não é o caso do Walter.

Logo antes de tomar posse, trechos de uma gravação caíram na internet, onde o mostrava supostamente comprando votos. O TRE/GO o absolveu de todas as acusações em segunda instância. O senhor costuma dizer que foi uma armação que fizeram para impedi-lo de tomar posse como vereador. Poderia nos contar em detalhes o episódio?

Entrei no processo político muito jovem. Nunca tinha sido candidato. Já tinha participado como militante da campanha da prefeita Lêda Borges, do governador Marconi Perillo, mas não como postulante a cargo político. O mundo político é cercado por interesses pessoais. O coordenador da minha campanha, que eu não o conhecia anteriormente, chegou até a mim por meio de indicação. Começamos a trabalhar e no decorrer da eleição nos tornamos amigos. Quando chegou à metade do processo eleitoral, o coordenador não tinha certeza se a prefeita Lêda seria reeleita. A partir desse momento, ele armou uma situação como emboscada para me prejudicar. Inclusive a gravação não era nem do dia da eleição, mas ainda faltavam 30 dias para a votação. Após a gravação, ele se afastou da campanha, sem que eu compreendesse o motivo. A gravação não foi nem por telefone. Ele pegou o celular e gravou uma conversa ambiente, manipulando toda a situação. Quem ouvir o áudio vai perceber que no meio da gravação não é nem a minha voz que aparece, mas a dele. No começo e no final era a minha voz. Tínhamos uma dificuldade muito grande com alguns cabos eleitorais. A minha ideia era incentivar as pessoas que estavam trabalhando na campanha, mas vi que não dava certo e desisti. E ele (coordenador) falou que em algumas situações só aquilo (pagamento) serviria como incentivo. Ele gravou toda a conversa e levou para a atual prefeita (Lucimar), visando barganhar politicamente com ela. O intuito dele era mostrar para Lucimar que eu faria uma oposição firme a ela, pois sabia do meu conhecimento jurídico e administrativo, até mesmo pela minha ligação com a Lêda. Me ligaram e informaram que o áudio estava com pessoas ligadas ao PT local. Não quero comprometer o nome da prefeita Lucimar. Nem sei se houve envolvimento dela no episódio, mas a gravação estava com pessoas do PT. Foram essas pessoas que entregaram a gravação para a imprensa. No final, a Justiça entendeu que tudo não passou de uma farsa, uma armação arquitetada com o propósito de me prejudicar. A população hoje faz o correto juízo e entende que foi uma tramoia política. Para se ter uma ideia, logo depois que fui eleito vereador, quando começou os primeiros burburinhos sobre a gravação, pessoas ligadas ao PT, que hoje estão envolvidas em escândalos na cidade, me procuraram para conversar. Na conversa, elas diziam que eu tinha duas opções. A primeira era se aliar ao PT e exercer tranquilamente o meu mandato como vereador. A segunda era ser oposição à Lucimar, mas sofrer todo o processo de vazamento da gravação. Não tenho a mesma maldade que elas, de gravar conversas e sair por aí espalhando. Só da proposta que fizeram tive a convicção de que não fariam um governo sério e transparente. Não aceitei a proposta e passei por todo o processo que resultou na minha inocência. Serviu para o meu amadurecimento político e pessoal. Hoje tenho a absoluta certeza que estou preparado para enfrentar as cobras políticas que administram Valparaíso. Quero concluir dizendo que o valor de R$ 50,00 que iriam para os cabos eleitorais nunca chegou a se concretizar. Se tivesse ocorrido, eu teria sido julgado e condenado. A Justiça não encontrou nenhum indício de que houve compra de votos. Quem dera se todos os vereadores tivessem a oportunidade de passar pelo crivo do judiciário, como eu passei. De serem investigados pelo Ministério Público, como eu fui. Tive o sigilo telefônico e bancário quebrados. As pessoas que estavam ligadas politicamente a mim foram interrogadas. A Justiça realizou uma investigação minuciosa e no final fui absolvido. Tudo isso consta nos autos. O desembargador afirma no processo que se tratou de uma armação política contra mim.

O senhor disputará a reeleição na câmara ou vai pleitear a prefeitura?

Vendo a situação atual do município, me sinto na obrigação de iniciar uma política séria, de transformação, de inovação, de respeito ao morador. Chegou a hora de Valparaíso ter uma pessoa técnica, compromissada e capacitada para administrar a cidade. Cheguei aqui com 1 ano e meio de idade. Minha esposa e minha filha nasceram em Valparaíso. Quero construir uma cidade melhor para os meus filhos e netos. Acho que chegou o momento. A minha candidatura à Prefeitura de Valparaíso será marcada por meio da ética e do compromisso com o povo. Não posso hoje fugir dessa responsabilidade.

E quanto ao apoio político?

Todos os pré-candidatos do grupo da Lêda têm um acordo com ela, onde quem for o melhor dentro do grupo político será o candidato da oposição à prefeitura. Quem for o melhor vai disputar a prefeitura. Não existem nomes definidos. Trabalho para ser esse nome. Tenho o carinho e o respeito pelo deputado federal Thiago Peixoto (PSD-GO), que quer que seu partido tenha um candidato à prefeitura. Vou trabalhar para ser o candidato, com o apoio da Lêda e do governador Marconi.  Inclusive a ex-prefeita me garantiu recentemente para continuar trabalhando, pois quem decide no final das contas é o povo. Faço parte do grupo da Lêda desde o ano 2000. Sou amigo pessoal dela. Deixo o meu nome à disposição do povo de Valparaíso.

Pretende mudar de partido?

O deputado Thiago fez o convite para me filiar ao PSD. Já tive outros convites de partidos para disputar a prefeitura. O partido que eu for disputar a eleição será definido pelo governador Marconi. Sendo o PSD ou não, eu estarei na disputa, e se o povo de Valparaíso assim entender, em 2017 serei o novo prefeito da cidade.

Da Redação

http://www.blogdofredlima.com.br/2015/01/30/estou-preparado-para-enfrentar-as-cobras-que-administram-valparaiso-afirma-dr-marcus-vinicius/

Corrida das cadeiras sai Renato Santana e entra Vilson da feira, do fogo para a frigideira

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roda, roda,roda, rodoooooo

Há exatos 30 dias do governo Rollemberg(PSB), o Distrito Federal continua na incerteza de um futuro tranquilo e desejável para os brasilienses, a dança das cadeiras nas administrações repercute como uma instabilidade governamental e não sendo tão diferente de outras crises na tarde desta sexta-feira (30), as negociações que vem se arrastando há vários dias entre parlamentares e o governo chegou ao fim, motivado pela pressão popular o governador Rollemberg cedeu a cobrança e nomeou o novo administrador de Ceilândia.

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Deputada Luzia de Paula demonstra desrespeito ao povo de Ceilândia

Com o apoio e a indicação da Deputada Luzia de Paula(PEN), Vilson da Feira do Produtor será o novo administrador definitivo de Ceilândia, vale ressaltar que o referido nomeado tinha uma relação institucional no governo Agnelo Queiroz do (PT), diante deste fato defensores de outros pretensos candidatos ao cargo de administradores  de Ceilândia já demonstram a sua indignação em ter como administrador, uma pessoa que colaborou com aquele que afundou o Distrito Federal.

As manifestações em Ceilândia agora são contra a indicação da Deputada Luzia de Paula, que parece não agradar a população, este é o primeiro mandato da Deputada eleita pelo voto direto, só nos resta saber qual foi o acordo feito entre PSD e o PEN para que o Deputado Rogério Rosso(PSD) desistisse da tão valiosa cadeira de administrador de Ceilândia, afinal de conta, esta administração era uma questão de honra paro a o Deputado Rosso e o vice-governador Renato Santana ambos do (PSD), POR QUANTAS NOMEAÇÕES A ADMINISTRAÇÃO DE CEILÂNDIA FOI VENDIDA AOS DONOS DO PSD? Este é um acordo que estamos de olho.

Por Kadu Marques

Protesto e revolta, administrador e vice-governador Renato Santana continua na rejeição dos ceilandenses

SAIU O GRITO DE ORDEM DO MANIFESTO ACORDA CEILÂNDIA

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via S1 na Ceilândia fechada com pneus e paus

Não é de hoje que moradores da Ceilândia protestam pela escolha do administrador definitivo, na tarde desta quinta(29) por volta do meio dia, manifestantes moradores da cidade interditaram a via S1 com pneus e paus em seguida ateando fogo em frente à Administração Regional de Ceilândia, a principal reivindicação é o cumprimento da promessa de campanha do governador Rodrigo Rollemberg(PSB), o fechamento da via durou cerca de um hora e meia, sendo liberada em seguida com a chegada do bombeiros.

Em entrevista á este blog nesta segunda(26) Edilson Barbosa(PDT) nome forte e escolhido por diversas lideranças e pretendente á ocupar o cargo de administrador, demonstrou a sua preocupação com o desenrolar dos problemas internos da administração, diz ainda que além da paralisação dos serviços e das perdas de arrecadação, o administrador interino Renato Santana tem como obrigação ajudar o governador Rollemberg á governar o Distrito Federal inteiro e não só a Ceilândia.

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Após a nomeação ao cargo interino o vice-governador Renato Santana(PSD), ainda não convenceu os moradores da importância da sua presença naquela administração, visto que os serviços uteis a comunidade ainda estão funcionando de forma precária, a cidade continua suja, ruas esburacadas e mau iluminadas, a população reconhece que o prazo ainda é curto mas este não é o motivo das manifestações que já ocorreram e ainda estão por vir.

Por: Kadu Marques

OSPB: Organização Social e Política do Brasil, queremos um pais melhor

A educação é uma coisa admirável, e o homem não é nada além daquilo que a educação faz dele.

Lembranças de infância

Eu me lembro até hoje a época em que estudava o antigo ensino primário de 1ª a 4ª série em escola pública no Gama DF, na qual eram aplicadas essas referidas matérias, as quais ensinavam aos alunos, o civismo, a boa conduta moral e os conhecimentos básicos da organização social política brasileira.

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Era uma disciplina do ensino básico no Brasil, de 1962 a 1993. O ensino de OSPB foi proposto por Anísio Teixeira, durante o governo de João Goulart, na Indicação Nº 1 do Conselho Federal de Educação, de 24 de abril de 1962. Conforme o conselheiro Newton Sucupira. O seu estudo deveria servir para apresentar aos jovens estudantes as instituições da sociedade brasileira e a organização do Estado, a Constituição, os processos democráticos, os direitos políticos e deveres do cidadão.

De acordo com o Decreto Lei 869/68, tornou-se obrigatória no currículo escolar brasileiro a partir de 1969, juntamente com a disciplina de Educação Moral e Cívica (EMC). Ambas foram adotadas em substituição às matérias de Filosofia e Sociologia e ficaram caracterizadas pela transmissão da ideologia do regime autoritário ao exaltar o nacionalismo e o civismo dos alunos e privilegiar o ensino de informações factuais em detrimento da reflexão e da análise.

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Devido á má qualidade de ensino no Brasil, não é de se estranhar que esta disciplina doutrinaria de ensinar, educar e forma os jovens para conhecer a democracia e as formações politicas, tenha sido abolida da grade de disciplinas obrigatórias no início da década de 90, para o governo é mais fácil manter os jovens sem esta formação e sem o discernimento do certo ou errado.

Prova disso é as grandes manifestações que ocorre em varias partes do pais, a diferença entre o certo e o errado esta em saber em quem votar ou até mesmo o que cobrar das autoridades e acima de tudo como cobrar, a cada ano de eleições, mais e mais jovens votam, e muitos apenas por votar, esta talvez seja uma forma encontrada pelos governantes de manter tanto os jovens como os cidadãos em um  completo e desconhecido curral eleitoral. A volta dessas matérias nas escolas seria muito importante, porque viria resgatar a moral, os bons costumes e o conhecimento da divisão político administrativo do Brasil, desconhecidos pela maioria das crianças e jovens dos dias atuais.

Diante dessa comparação com os tempos mais antigos o que vemos hoje é simplesmente um sistema de ensino totalmente falido e abandonado, principalmente no Estado de São Paulo, o estado mais rico da federação em produção de bens de consumo e arrecadação de impostos. O que nos resta agora é apelar para que os bons políticos revejam e consertem o que os maus políticos fizeram com o nosso ensino público.

Por: Kadu Marques

Crise financeira do GDF, promete alto índice de desemprego em 2015

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Secretário de Trabalho, Georges Michel Sobrinho PDT, irá enfrentar um grande desafio durante a gestão.

Como se não bastasse á ação promovida pelo governador Rodrigo Rollemberg(PSB) que exonerou mais de 10.000 servidores comissionados do GDF, agora o Distrito Federal pode enfrentar uma grave crise de desemprego segundo pesquisa do (Dieese), mesmo havendo uma diminuição entre novembro e dezembro de 2014.

Para os pesquisadores nos próximos meses a taxa de desemprego deve crescer no Distrito Federal em função da crise econômica do governo local e Federal, o cenário internacional também apresenta condições ruins para o desenvolvimento empresarial e econômico com a baixa de investimento no Brasil em 2015.

O trabalho conjunto entre o Dieese, Codeplan e a Secretaria de Trabalho do DF, apresentaram, na manhã desta quarta-feira (28), o relatório de Emprego e Desemprego, com os resultados de dezembro de 2014. Dentro dos próximos dias a Secretaria de Trabalho do DF, trabalhará para enfrentar a crise do auto índice de desemprego. Segundo Clóvis Scherer, chefe de projetos da Dieese-DF, o GDF enfrentará um grande desafio durante o período de crise e instabilidade financeira.

Por: Kadu Marques