Ascensão de um Desbravador no Congresso Nacional

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Eleito a Senador da Republica com 826.576 (57.61%) uma vasta vantagem em relação aos rivais. José Antônio Machado Reguffe, natural do Rio de Janeiro bacharelado em Jornalismo pelo Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB) e em Economia pela Universidade de Brasília (UnB).

Elegeu-se pela primeira vez como Deputado Distrital no DF pelo PDT, na legislatura de 2007 a 2010, com 25.805 votos, sendo o terceiro mais votado para o cargo naquelas eleições. Em 2010, elegeu-se Deputado Federal, representando o DF com 266.465 votos, que representam 18,95% dos votos válidos, foi o deputado federal mais votado, proporcionalmente no Brasil.

Seu ato mais audacioso e nobre aconteceu logo que iniciou seu mandato como Deputado Federal, em fevereiro de 2011, quando protocolou vários ofícios na Diretoria-Geral da Casa abrindo mão de salários extras (14º e 15º), reduzindo verbas e cota interna de gabinete para mais de 80% e número de assessores de 25 para 9, tudo em caráter irrevogável.

Participando da Comissão Especial de Reforma Política no dia 12 de Setembro de 2011 protocolando sete pautas para enfrentar alguns dos problemas políticos do país, focando em atingir pontos que possibilitam a existência e perpetuação da corrupção. No dia 25 de Junho de 2013 cobrou da Câmara dos Deputados a votação desse material e aproveitou para mencionar que o conteúdo lida com algumas das reivindicações presentes nas manifestações no Brasil em 2013.

As principais propostas no mandato de Deputado Federal:

Fim da reeleição para cargos executivos e apenas uma reeleição para cargos legislativos, visando manter o sistema “oxigenado”.

Fim do voto obrigatório, pois hoje o brasileiro estaria votando por obrigação sem fazer os devidos julgamentos.

Voto distrital, para diminuir a grande distância atual entre representantes e representados.

Revogabilidade de mandatos, para que o cidadão tenha a certeza legal de que pode revogar um mandato caso o político aja em desacordo com o que prometeu em campanha.

Proibir doação privada de campanha, para eliminar a política de favores estabelecida atualmente entre as esferas públicas e privada.

Candidatura avulsa (sem partido político), para que o cidadão possa se tornar representante mesmo que esteja desalinhado ideologicamente com os partidos existentes.

Separação dos poderes de acordo com a constituição federal, para proibir que um representante votado possa estar simultaneamente em órgãos fiscalizados e fiscalizadores.

Por: Kadu Marques

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