Ser ou não ser Administrador, eis a questão.

Por; Kadu Marques

Atualmente a Ceilândia é a maior densidade urbana. Foi criado com a intenção de resolver os vários problemas de moradia de retirantes vindos de vários estados do Brasil, com aproximadamente quase 600 mil habitantes.

Mais da metade da população é natural do próprio Distrito Federal e mora na Ceilândia há 15 anos ou mais. Dos que vieram de outros estados brasileiros, a maioria é do Piauí (7,2%), 6,9% são de Minas Gerais e 6,1%, de Goiás.

Mesmo não estando entre as maiores rendas per capita do DF, a cidade é lugar de oportunidades para quem quer investir e empreender, sendo hoje reduto da classe C. Não por acaso, grandes empresas, como a Rede Extra de Supermercados (Grupo Pão de Açúcar), instalaram-se na cidade. Sete feiras permanentes, entre elas a criada para atender os vendedores ambulantes, também marcam presença. A Feira Central, a mais tradicional, conta com 460 boxes.

Ceilândia tem o maior número de comerciários do DF, totalizando 100 mil. Segundo a Associação Comercial de Ceilândia (Acic), lojas, escritórios de advocacia, cabeleireiros e cartórios representam a maior parte da economia da cidade, com 7,8 mil estabelecimentos do tipo. Entre os moradores que trabalham um terço atua no comércio, e 23,1%, na área de serviços em geral e outras atividades.

A pergunta que não quer calar a boca do povo é quem será o administrador da Ceilândia? Não basta ser só morador da cidade têm que ter acima de tudo competência administrativa, moral e ética, as eleições para administrador não vai acontecer assim da noite para o dia, e muitos candidatos que não foram eleitos já se titulam administradores da cidade, mas quem são eles? Por que querem administrar a cidade? O que eles têm a oferecer para o povo? Será que estes que estão se intitulando administrador tem competências para isso? Eles qual é as alegações que eles estão dando para a população.

É muito importante para a sociedade saber quem é esta pessoa, seu passado, sua historia e benfeitorias pela cidade e sua profissão, é o mínimo que eles podem oferecer ao povo para sentar em uma cadeira que representa a democracia da cidade que tanto amamos.

Blogueiros Unidos

abbp

Fonte: Blog do Odir

A Capital da República desperta por si só o interesse e a necessidade da informação política. Pensando em unir forças e defender a liberdade de expressão, um grupo de 19 blogueiros de política do Distrito Federal fundou a Associação Brasiliense dos Blogueiros de Política (ABBP). A nova entidade será presidida pelo cientista político e professor Francisco Paula Lima Júnior, tendo como vice-presidente o jornalista Odir Ribeiro. Compõem ainda a diretoria: Antônio Carvalho Duarte, secretário, Kleber Luiz da Silva, diretor administrativo, Rodrigo Mercucio, tesoureiro, e Sandro Gianelli, diretor de relações institucionais. A Câmara Legislativa fará sessão solene de lançamento da ABBP no dia 9 de dezembro, às 19h. Para o presidente, a associação veio para valorizar, unir e qualificar mais ainda o árduo trabalho desses profissionais que são cada vez mais importantes no jornalismo político.

Fonte: Alô Brasília – Coluna ONs e OFFs – Tiago Monteiro Tavares

Invasões de terras públicas no DF salta de 19 para 25% em um ano e revela um contraste da desigualdade social

Construções irregulares vão desde barracos a mansões em condomínios de luxo e decks particulares à beira do Lago Paranoá.

Ocupação no Lago Paranoá, no DF (Crédito: Divulgação / Mnistério Público)

Invasões de alto nível, mas lá pode

Com uma população que cresce a uma taxa duas vezes maior que a média do país, o Distrito Federal enfrenta o desafio de controlar as ocupações irregulares do solo. As invasões ocupam um quarto do território – marca alcançada em 2013 após aumento de 31% da área ocupada ilegalmente. São 600 mil moradores à margem da lei. Segundo a Secretaria de Habitação local, atualmente existem 670 condomínios irregulares, muitos deles de luxo, além de outras 500 áreas invadidas. Essas ocupações estão em regiões pobres, como Estrutural, Ceilândia e Planaltina, mas também em áreas nobres, como a orla do Lago Paranoá, onde os moradores constroem  puxadinhos e ostentam decks, churrasqueiras, piscinas e espaços de lazer em áreas consideradas públicas e de proteção ambiental. O presidente da Comissão de Direto Ambiental da OAB no Distrito Federal, Nelson Buganza Junior, afirma que é preciso que o governo invista nas ações preventivas e acelere o processo de regularização:

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Barracos de madeira se espalha da noite para o dia

“O governo do Distrito Federal é praticamente nulo. Você não o vê ou nenhuma agência tomando nenhuma medida em relação a isso. A questão preventiva seria importante. Você tem de caminhar na questão preventiva e também na regularização para aquelas situações que não têm como serem revertidas.”

O inchaço populacional e a desordem territorial levaram ao surgimento dos chamados bolsões de miséria. Como os do condomínio Sol Nascente e Por do Sol, onde vivem 79 mil pessoas em situação irregular. Nesses locais, donos de chácaras, que esperam por regularização, também lutam contra as invasões. O morador do Setor de Chácaras Santa Luzia, na Estrutural, Adualdo Dias Alencar, reclama da falta de fiscalização e negligência do governo. Para ele, além da desordem governamental, a política acaba influenciando as ocupações:

“Há um grupo de opositores ao governo e esses caras estão espalhando na cidade que a invasão tem de acontecer porque áreas grandes não podem ficar dentro da cidade, porque não pode ter chácara. Como o governo tem uma área ambiental e deixa entrar gente e depois fica o caos, como aconteceu comigo, por exemplo?”

Fogo e direito, motivos de conflitos por invasores

 Com um trabalho de prevenção falho, as invasões acabam se consolidando, o que inviabiliza a remoção das famílias e obriga a regularização das áreas. No período de um ano, 3 mil pessoas receberam escrituras dos lotes. Mas quando nem isso é possível, resta a demolição. Em 2013 foram quase 4 mil edificações irregulares removidas e 38 pessoas, suspeitas de grilagem de terras, foram presas.  O subsecretário de defesa do solo e da água, Nonato Cavalcante, no entanto, alega que as ações esbarram em questões judiciais:

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Lixos e ratos em feitão as invasões do DF

“Nós nos deparamos com vários fatores que dificultam as ações do Comitê de Combate ao Uso Irregular do Solo. Uma delas é a quantidade de liminares. Às vezes inicia-se uma invasão e quando o Estado vai agir, chovem liminares. Quando a liminar cai, já existe uma nova situação.”

Além dos entraves judiciais, a demora na concessão de licenças ambientais pelo Instituto Brasília Ambiental freia ainda mais o processo de regularização, inclusive nos condomínios. Para mudar o cenário, a promessa do governo e das instituições de defesa ambiental é de aumentar o número de operações de combate às ocupações. A previsão é de que pelo menos 800 ocorram até o fim do ano.

Entorno do DF registra aumento de homicídios em pouco mais de 24 horas

Pelo menos seis pessoas morreram no Entorno de Brasília, em Goiás, entre terça-feira (18) e quarta-feira (19), em pouco mais de 24 horas, segundo informações da polícia. Os crimes aconteceram em quatro municípios da região: Cristalina, Valparaíso, Luziânia e Novo Gama.

Em Novo Gama, cidade a 179 quilômetros de Goiânia, um homem de 55 anos foi morto na noite terça-feira pelo genro após uma discussão familiar. O suspeito do crime foi preso e está na delegacia do município. Ele alegou ter cometido o assassinato para defender família da namorada que, segundo ele, sofria agressões por parte do sogro. A versão apresentada por ele não foi confirmada pela esposa e familiares da vítima.

Entre as mortes da região, duas foram de menores e aconteceram em Luziânia, a 210 quilômetros da capital goiana. De acordo com a Polícia Militar, os dois jovens, um de 15 e o outro de 17 anos eram usuários de drogas e foram mortos com mais de dez tiros na terça-feira. A suspeita é de que tenham sido mortos por traficantes da cidade.

Homicídios
No passado, os assassinatos bateram recordes no Entorno de Brasília. No total, foram 612 casos. Nos primeiros cinco meses deste ano, já foram 306 homicídios, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública de Goiás.

Mesmo com a ajuda de 100 militares da Força Nacional, que estão na região desde abril do ano passado, têm crescido os casos de assassinatos na região, que é considerada a mais violenta de Goiás. Nesta semana, o governo estadual anunciou que o convênio com o órgão foi renovado

Esta é a segunda vez que os militares da entidade são convocados para trabalhar na região do Entorno. Em abril do de 2011, eles foram chamados para realizar a missão, após mais de 70 assassinatos serem registrados durante o mês de março. Mesmo com os moradores alegando que o trabalho da Força Nacional não tem surtido efeito, o coronel da Polícia Militar Victor Dragalzew contesta: “É muito importante para nós podermos contar com um efetivo maior para fazermos o policiamento preventivo nos municípios”.

OMS declara fim de surto de Ebola na Repúblia do Congo

Funcionários de saúde durante um treinamento para lidar com o Ebola, no Congo

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta sexta-feira que o surto de Ebola na República Democrática do Congo está superado após ninguém ter manifestado sintomas passados dois períodos de incubação desde o último caso.

O surto, o sétimo a ser registrado no país antigamente conhecido como Zaire desde que o vírus foi identificado em 1976, não tinha relação com o que se espalha pela África Ocidental, onde mais de 5.400 pessoas já morreram.

Na semana passada, autoridades congolesas disseram que 49 pessoas morreram entre as 66 infectadas pela doença da remota província Equateur, no noroeste do país, durante os três meses em que durou o surto. Os dados do porta-voz da OMS confirmaram as contagens.

Para que a agência de saúde da ONU declare encerrado um surto de Ebola, é preciso que se passem dois períodos consecutivos de 21 dias de incubação sem que nenhuma caso tenha sido detectado.

“Tendo alcançado a marca de 42 dias, a República Democrática do Congo é agora considerada livre da transmissão de Ebola”, disse a OMS em comunicado.

“A OMS enaltece a República Democrática do Congo pela forte liderança e coordenação efetiva na resposta (à doença), incluindo a rápida mobilização de uma equipe de resposta formada por especialistas no condado de Jeera, identificando e monitorando contatos e organizando enterros seguros”, disse a OMS.

Senador Eduardo Braga chefiando o Ministério de Minas e Energia

Presidente Dilma Rousseff se reuniu com o ministro Ricardo Berzoini e o líder do Governo no Senado, Eduardo Braga

O senador Eduardo Braga foi indicado para o cargo de Ministro das Minas e Energia pelo atual responsável pela pasta, Edison Lobão. A indicação mantém firme a posição do PMDB de ficar com o cargo, hoje já ocupado por um membro do partido.

A informação de que o líder da governo no Senado é o nome mais cotado para a vaga foi veiculada na noite desta sexta-feira (21) pela jornalista Miriam Leitão, em sua coluna no jornal O Globo, que também informou que o nome da também PMDBista Kátia Abreu foi escolhido pela presidenta Dilma Rousseff para o Ministério da Agricultura.

Kátia, no entanto, por ser conhecida por representar um ruralismo arcaico e extremista, não foi bem vista como a escolhida para o cargo, enfrentando resistência do PT. Esse entrave foi uma das razões do anúncio dos nomes do novo gabinete de Dilma, inicialmente previsto para esta sexta, ter ficado para segunda-feira (24).

Levy para a Fazenda

Kátia não é a única enfrentar resistência do PT: membros do partido também não estariam satisfeitos com a escolha de Joaquim Levy para comandar o Ministério da Fazenda, mas, até o momento, seu nome continua confirmado na pasta.

Vale lembrar que antes de, antes de iniciar sua carreira política, Braga se formou em engenharia elétrica pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), algo apropriado para a pasta que pode ocupar.

TSE define MP não tem poder sobre crime eleitoral

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tirou do Ministério Público (MP) o poder de pedir a instauração de inquéritos policiais para investigação de crimes nas eleições deste ano. A partir de agora, promotores e procuradores terão de pedir autorização à Justiça Eleitoral para abrir uma apuração de suspeita de caixa dois, compra de votos, abuso de poder econômico, difamação e várias outras práticas.

Até a eleição de 2012, o TSE tinha entendimento diferente. As resoluções anteriores que regulavam as eleições diziam: “o inquérito policial eleitoral somente será instaurado mediante requisição do Ministério Público ou da Justiça Eleitoral”. Para o pleito de 2014, os ministros mudaram o texto: “O inquérito policial eleitoral somente será instaurado mediante determinação da Justiça Eleitoral”. Ou seja, o Ministério Público foi excluído.

O relator da nova norma, ministro José Antonio Dias Toffoli, que irá assumir o comando da Corte em maio, afirma que o tribunal mudou o entendimento histórico por duas razões: processos que não tinham o aval inicial da Justiça estavam sendo anulados; outra razão, garantir maior transparência. “O Ministério Público terá que requerer à Justiça. O que não pode haver é uma investigação de gaveta, que ninguém sabe se existe ou não existe. Qualquer investigação, para se iniciar, tem que ter autorização da Justiça”, diz. “A polícia e o Ministério Público não podem agir de ofício.”

Fonte: Agencia Estado